quarta-feira, 23 de março de 2011
segunda-feira, 14 de março de 2011
Cascatas e Moinhos de Água (ribeiro de roios - felgar)

Sábado, dia 12 de Março de 2011, o destino, levou-me até Sampaio, aldeia esta, bem situado no Vale da Vilariça. A manhã estava de chuva e como o céu não estava do meu agrado (muito nublado/branco), aproveitei para me deslocar até ao Ribeiro de Roios no "felgar" (nome dado ali às propriedades agrícolas), para fazer umas fotografias das quedas de água ao longo do ribeiro e dos Moinhos de Água. Depois de sair de Sampaio, virei à esquerda para a EN 102, e uns 500 metros depois virei à direita por um caminho em terra que vai dar ao "felgar". Deixando o carro ao cimo de um amendoeiral, segui a pé, com a bolsa da maquina ao ombro e o guarda-chuva na mão, pois sempre me protegia a mim e à maquina das gotas de água quem caiam do céu. Quando cheguei junto do ribeiro pela margem direita, já os pés estavam completamente encharcados, pois a vegetação estava toda molhada, como era de esperar. 
Ainda se conservam e são bem visiveis os diques/levadas por onde seguia a água até ao cubo, que por sua vez ia para os rodizios de madeira, que estavam ligados a mó (pedra granítica redonda muito pesada), esta móia o cereal (trigo, milho, cevada, aveia, etc.)
transformando-o em farinha, que depois era levada para casa. É pena que este património, não seja recuperado, valorizando assim a história e património da aldeia.
Pois já aqui falei noutros Moinhos de Água, que foram recuperados e o espaço envolvente transformado em local de lazer, isto no Vilarinho da Castanheira no concelho de Carrazeda de Ansiães (Moinhos de Água no Vilarinho da Castanheira). Sampaio, bem que podia seguir o exemplo, o que atrairia turismo para a aldeia.
Poderá ver esta postagem, também no blogue "O Cantinho do Jorge - À Procura do Nordeste Transmontano", em: http://cantinhodojorge.blogspot.com/
terça-feira, 8 de março de 2011
"O Emigrante" por ti Ismenia (VÍDEO)
sexta-feira, 4 de março de 2011
Vales Fartos e Saudade
Solos de cultura abundante
quarta-feira, 2 de março de 2011
Subida ao Cabeço de Santa Marinha
cimo do monte. Ao cimo da floresta dos eucaliptos deixamos o caminho e seguimos pelo monte, por entre zimbros e estevas, trepando algumas pedras. Falando em pedras chegamos a um determinado local onde encontramos um amontoado/aglomerado de Pedras, seriam vestígios do então falado fortificado castrejo que ali terá existido, Castro de “Santa Marinha” (504 - XXXV Grande Enciclopédia de Português e Brasileiro)?! Ficou a dúvida.
O chão agora em terra, encontrando-se alguma amontoada, parece ter havido ali escavações, pois ouvi dizer na aldeia, que houve quem sonhasse que havia ali riqueza e fosse lá escavar no intuito de encontrar alguma coisa.
Enquanto os outros procuravam a tal fraga, eu aproveitei para me deslocar até ao limite do planalto, na vertente virada para a Junqueira e a Foz do Sabor. Sem dúvida toda aquela altura é assustadora, são enormes penhascos que ali se erguem, mas é extraordinário o que a vista humana consegue alcançar a partir daquele lugar, tem-se uma visão geral do vasto Vale da Vilariça, conseguem-se ver as aldeias, quintas, a ribeira e os campos plantados e cultivados ao longo do vale. Também dali vi as maquinas a trabalhar na construção do IC5 e no IP2, novas estradas que atravessarão o vale. Dali consegui fazer algumas panorâmicas de grande parte do vale, regressando de seguida junto dos outros, tinham então encontrado uma fraga com um buraco no interior, pensou-se ser essa a “fraga do dinheiro falso”, talvez fosse mesmo essa.
Depois de algumas panorâmicas conseguidas dali, continuamos o caminho de regresso admirando toda a paisagem envolvente, voltando a passar pelo aglomerado de pedras (talvez do antigo castrejo) em direcção ao caminho por meio dos eucaliptos.
Terminava assim mais uma aventura por terras de Sampaio, desta vez na companhia do Sr.º Pe. Leite, e que melhor companhia se poderia ter para visitar estes lugares de culto?! Acessos ao cimo do Cabeço de Santa Marinha:
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Fragas no Cabeço de Santa Marinha
Estas imagens poderão também ser vistas no blogle: "O Cantinho do Jorge - À Procura do Nordeste Transmontano", em: http://cantinhodojorge.blogspot.com/
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Sampaio foi capa do Jornal Terra Quente no ano 2000
A aldeia de Sampaio, no concelho de Vila Flor, foi capa no Jornal Terra Quente em 1 de Fevereiro de 2000. Como possuía este jornal em casa, guardado desde a altura da sua edição, achei por bem colocar aqui no blogue, para todos os Sampaienses e não só, terem conhecimento desta publicação, recordarem e verem que a sua terra, aliás, nossa terra, não está esquecida.

O Jornal, além de referenciar vários aspectos da história e património da aldeia, faz referência à Anta da Senhora da Rosa e a Capela da Senhora da Rosa, de facto dois marcos históricos da aldeia a não deixar de visitar..


Por que não uma visita à aldeia de Sampaio!?
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
1ª Milha de Vila Flor (13 de Março de 2011) Reconhecimento a Marcelo de Azevedo
VENHA CORRER EM VILA FLOR
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Festa em honra de N.ª S.ª da Rosa (2)
Como referi na postagem anterior “Sampaio - Festa em honra de N.ª Sr.ª da Rosa (1)”, o dia principal seria então no dia 01 de Agosto (Domingo), em que se celebrou Missa Solene em honra de Nossa Senhora da Rosa, seguida de Procissão.
A Missa estava marcada para as 15:20 horas. Já no interior da Igreja Matriz, ouvia-se a Banda de Musica de Vila Flor na rua em direcção ao Largo da Fonte (Largo do Sr.º Reitor de Sampaio), dirigindo-se de seguida para a Igreja.
Os elementos da Banda ocuparam então, os bancos da frente, onde tocaram e cantaram os cânticos da Igreja. Foi diferente do habitual, pois é sempre agradável assistir a uma missa acompanhada ao som de alguns estrumemos musicais, sendo esta também celebrada pelo padre da aldeia e um outro padre, estando as pessoas já habituadas aos seus sermões nas festas de Nossa Senhora da Rosa.
Eram então 16:10 horas, quando a Missa terminou e se deu início à Procissão, que percorreu algumas ruas da aldeia. Saíram na procissão os estandartes, a cruz e as lanternas, seguindo-se quatro andores, sendo o primeiro o de St.º António, depois o de N.ª Sr.ª de Fátima, seguido do St.º André (Padroeiro de Sampaio) e por último o de Nossa Senhora da Rosa, logo atrás seguia o Sr.º Padre, depois a Banda de Musica e aqueles que acompanhavam a procissão.
O calor que fazia reflectia-se bem no rosto daqueles que seguiam na procissão, principalmente naqueles que pegavam nos andores.
A procissão terminaria então às 16:50 horas, com a entrada do andor de Nossa Senhora da Rosa na Igreja Matriz.
Depois de o Sr.º Padre dar por encerradas as cerimónias religiosas, a Banda de Música, fez uma pequena actuação em frente à Igreja, ficando algumas pessoas a assistir.
Mas a festa não ficaria por aqui, pois à noite houve arraial com Bruno Cordeiro, ao qual não estive presente, pois decidi ir até Mirandela ao encerramento das Festas da Cidade, de que falarei posteriormente. Mas de certeza que animação e alguns pezinhos de dança não faltaram.














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