sábado, 31 de agosto de 2013

EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA DE JORGE DELFIM: "Lenda dos Cavaleiros das Esporas Douradas"


MAIS UMA EXPOSIÇÃO DA MINHA AUTORIA, DESTA VEZ EM ALFÂNDEGA DA FÉ. FICAM DESDE JÁ TODOS CONVIDADOS A ESTAR PRESENTES NO DIA DA INAUGURAÇÃO A PARTIR DAS 18:00 HORAS

"A casa da Cultura Mestre José Rodrigues vai receber no próximo dia 3 de Setembro a exposição fotográfica “Lenda dos Cavaleiros das Esporas Douradas”, da autoria de Jorge Delfim Esta exposição é o resultado da dramatização realizada a 9 de Junho, inserida no cartaz da XXXI edição da Festa da Cereja 2013, que o Grupo de Teatro de Alfândega da Fé (TAFÉ) e em colaboração com a Filandorra Teatro do Nordeste recriou. A “Lenda dos Cavaleiros das Esporas Douradas” explica a fundação e atual designação da localidade, relacionando-a com factos resultantes da reconquista Cristã da Península Ibérica."

Convidamo-lo a estar presente no dia da inauguração a partir das 18h00.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

II Grande Prémio de Atletismo de Vila Flor e III Milha Marcelo de Azevedo

Estas são algumas das muitas imagens captadas durante o "II Grande Prémio de Atletismo de Vila Flor e III Milha Marcelo de Azevedo", realizado em Vila Flor no dia 28 de abril de 2013. 
O II Grande Prémio de Atletismo de Vila Flor/III Milha Marcelo de Azevedo é uma prova organizada pela Câmara Municipal de Vila Flor, Associação Cultural de Vila Flor e, com o apoio técnico da Associação de Atletismo de Bragança com o Patrocínio do Sr. Manuel de Azevedo, residente no Brasil, com ligação profunda às suas origens que decidiu promover o atletismo na sua terra natal de forma a perpetuar a memória de seu filho Marcelo de Azevedo.
A organização contou com o apoio das seguintes instituições: Associação de Atletismo de Bragança, Bombeiros Voluntários de Vila Flor, Frize, INTERMARCHE Vila Flor, Sumol Compal, Centro Social e Paroquial de Vila Flor, Holminhos, Carvatak, Palace e Ponto Clínico.

Para visualizar imagens das provas realizadas no ano de 2012 clique em:
Vila Flor - Grande Prémio de Atletismo e II Milha Marcelo de Azevedo

quinta-feira, 28 de março de 2013

Exposição de Fotografia de Jorge Delfim "Vilas Boas Na Idade Média", na LocalVisão TV

 
Fica aqui o vídeo da Localvisão TV –Bragança, sobre a exposição de fotografia de Jorge Delfim:Vilas Boas na Idade Média”, patente ao público no Centro Cultural de Vila Flor de 22 de fevereiro a 31 de março. A Exposição esteve patente ao público pela primeira vez, no Santuário de Nossa Senhora da Assunção, em agosto de 2012 e retrata alguns dos momentos vividos no dia 6 de maio de 2012 no decorrer das Comemorações dos 500 anos da carta de Foral a Vilas Boas.
   
Quem ainda não viu a exposição, poderá vê-la até ao final deste mês no Centro Cultural de Vila Flor.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Rostos de Sampaio

Esta fotografia remonta ao ano de 1975, onde estão retratados dois rostos da aldeia de Sampaio: Maria Judite Afonso e Manuel António Matias

Agradeço ao seu neto, António Correia, que teve toda a amabilidade de me ceder esta fotografia dos seus avós. 
Obrigado António. Um Abraço.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Inauguração da Exposição de Fotografia de Jorge Delfim: " Vilas Boas na Idade Média"

No dia da Inauguração da Exposição de Fotografia de Jorge Delfim, intitulada " VILAS BOAS NA IDADE MÉDIA". 

Se ainda não teve a oportunidade de visitar a exposição, ainda o pode fazer, uma vez que continua patente ao publico nos dias 14 e 15 de agosto e próximos fins de semana.


domingo, 5 de agosto de 2012

Exposição de Fotografia de Jorge Delfim "Vilas Boas na Idade Média"

Para Visualizar em tamanho maior click com o botão direito do rato em "Abrir Hiperligação"
Dia 12 de agosto de 2012, às 19 horas no Santuário de Nossa Senhora da Assunção em Vilas Boas, será inaugurada  e aberta ao publico a Exposição de Fotografia de Jorge Delfim, intitulada: "Vilas Boas na Idade Média". 
A exposição retrata alguns dos momentos vividos no dia 6 de maio de 2012 no decorrer das Comemorações dos 500 anos da Carta de Foral a Vilas Boas.

Irá estar aberta ao publico nos dias 12, 13, 14, 15 (durante as festividades de Nossa Senhora da Assunção) e nos fins de semana seguintes.

Ficam assim, todos convidados a visitar a Exposição e a ver ou relembrar alguns dos momentos vividos nas Comemorações dos 500 anos de Foral.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Para a minha avó


Hoje, Dia dos Avós, dedico esta foto à minha Avó Teresa, que se encontra nos cuidados continuados. Para ela muitos beijinhos de rápidas melhoras. 
Um feliz dia para todos que são avós. 

Fotografia tirada em janeiro de 2008

domingo, 29 de abril de 2012

Grande Prémio de Atletismo e II Milha Marcelo de Azevedo

Hoje, dia 29 de abril de 2012, realizou-se em Vila Flor, o Grande Prémio de Atletismo e II Milha Marcelo de Azevedo.
I Grande Prémio de Atletismo de Vila Flor/II Milha Marcelo de Azevedo foi uma prova organizada pela Câmara Municipal de Vila Flor com o apoio técnico da Associação de Atletismo de Bragança com o Patrocínio do Sr.º Manuel de Azevedo (residente no Brasil, com ligação profunda às suas origens que decidiu promover o atletismo na sua terra natal, de forma a perpetuar a memória de seu filho: Marcelo de Azevedo), Águas FRIZE INTERMARCHE Vila Flor.
A organização contou com o apoio das seguintes instituições: Associação de Atletismo de BragançaBombeiros Voluntários de Vila FlorFrizeINTERMARCHE Vila FlorSumol Compal Centro Social e Paroquial de Vila Flor

domingo, 15 de abril de 2012

Cascatas/Quedas de água no "ribeiro de roios"




Imagens captadas por baixo da ponte na Estrada Nacional 102 sobre o "ribeiro de roios", em Sampaio.

domingo, 1 de janeiro de 2012

BOM ANO DE 2012

UM 2012 CHEIO DE COISAS BOAS, MUITA PAZ, SAÚDE E ALEGRIA, SÃO OS VOTOS DO BLOGUE:
 "À PROCURA DE SAMPAIO"

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Santa Cruz



Imagens da Santa Cruz , captadas no Cabeço S. Pedro, bem no Vale da Vilariça, entre Sampaio e Lodões, no concelho de Vila Flor.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Ao cair da noite em Sampaio

Click nas imagens para aumentar

Numa ida a Sampaio, aproveitei para assistir ao cair da noite, havendo destaque para a Lua, sobre o a aldeia.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Festa em honra de N.ª Sr.ª da Rosa (02-05-2010) Vídeo


No 1.º dia, deste mês de Maio de 2011, realizou-se uma vez mais a Festa em honra de Nossa Senhora da Rosa em Sampaio.
O arraial do dia 30 de Abril (Sabádo) à noite, acabou, por não acontecer, devido ao mau tempo, mas dia 1 de Maio (Domingo), celebrou-se a missa e a procissão saiu à rua, como é habitual acontecer no dia de Nossa Senhora da Rosa.
Tinha tudo preparado, para fotografar e filmar a procissão, tendo estado na aldeia até à hora do começo da missa, mas por motivos pessoais, tive que me ausentar, não me sendo possível registar a procissão nesse dia, mas deixo aqui um vídeo com a procissão do ano anterior, também na festa de Maio, aquando das comemorações do 1.º Centenário da Vida e Obra do Sr.º Reitor de Sampaio.

Afim de relembrar a festa de Maio de 2010, click em:
-   1.º Centenário do Sr.º Reitor de Sampaio e Festa de N.ª Sr.ª da Rosa ( O Filme)

Esta postagem, está também disponível, no blogue "O Cantinho do Jorge - À Procura do Nordeste Transmontano", em:
Sampaio - Festa em honra de N.ª Sr.ª da Rosa (02-05-2010) Vídeo

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Flor da Esteva

Nesta altura do ano, é este o cenário de alguns montes do Nordeste Transmontano, revestido de branco, com a flor da esteva e da giesta branca e em Sampaio, não é excepção. "A esteva (Cistus ladanifer) é uma espécie de planta com flores da família Cistaceae. (Nome comum: Esteva; Estêva; Ládano; Lábdano; Roselha; Xara).
É nativa da parte ocidental da região mediterrânica, crescendo espontaneamente desde o sul de França a Portugal e no noroeste de África.
O nome do género da esteva - Cistus - tem a ver com o facto de os seus frutos serem cápsulas globosas com 7 a 10 compartimentos. Etimologicamente vem do grego "ciste", que significa caixa, cesto.
É um arbusto que atinge 1-2,5 m de altura e de largura. As folhas são persistentes, lanceoladas, com 3–10 cm de comprimento e 1–2 cm de largura, verde escuro na face superior e mais claro na inferior.
As flores têm 5–8 cm de diâmetro, com 5 pétalas brancas finas, normalmente com um ponto vermelho a castanho na base de cada uma, rodeando os estames e pistolos amarelos. Toda a planta apresenta-se recoberta com um exsudado de resina aromática.
Utilizações:
É uma planta ornamental popular, cultivada devido à sua folhagem aromática e belas flores.
O ládano
As folhas libertam uma resina aromática, o ládano ou lábdano, usado em perfumes, especialmente como fixador.
O epíteto específico da esteva "ladanifer" vem do facto de ela produzir a resina denominada ládano cuja abundância lhe permite competir com outras espécies visto que parece inibir o crescimento destas - esta estratégia é denominada alelopatia. A resina serve também para proteger a planta contra a dissecação."

Fotografias: captadas no monte junto à aldeia de Sampaio, no concelho de Vila Flor.
Poderá ver também parte desta postagem no blogue "O Cantinho do Jorge - À Procura do Nordeste Transmontano", em: http://cantinhodojorge.blogspot.com/ 
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Esteva

quarta-feira, 23 de março de 2011

1.ª Milha Vila Flor - Marcelo de Azevedo


No dia 13 de Março, realizou-se em Vila Flor, a 1.ª Milha Vila Flor - Marcelo de Azevedo, incluída no programa Amendoeiras em Flor. Como não me foi possível estar presente, deixo aqui um vídeo da localvisao, com alguns momentos vividos durante a prova de atletismo.
Click nas imagens para aumentar
Já,  lá vão alguns anos, isto em 2 de Agosto de 1998, na aldeia  de Sampaio, terra Natal de Manuel de Azevedo (patrocinador da prova e pai de de Marcelo de Azevedo), se realizou também uma prova de atletismo em homenagem a Marcelo de Azevedo, na qual eu participei e ainda guardo uma medalha.
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Quem sabe,  não voltará a haver outra prova de atletismo na aldeia de Sampaio, em homenagem ao jovem Marcelo de Azevedo, onde por sinal há uma rua de seu nome.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Cascatas e Moinhos de Água (ribeiro de roios - felgar)

Sábado, dia 12 de Março de 2011, o destino, levou-me até Sampaio, aldeia esta, bem situado no Vale da Vilariça. A manhã estava de chuva e como o céu não estava do meu agrado (muito nublado/branco), aproveitei para me deslocar até ao Ribeiro de Roios no "felgar" (nome dado ali às propriedades agrícolas), para fazer umas fotografias das quedas de água ao longo do ribeiro e dos Moinhos de ÁguaDepois de sair de Sampaio, virei à esquerda para a EN 102, e uns 500 metros depois virei à direita por um caminho em terra que vai dar ao "felgar". Deixando o carro ao cimo de um amendoeiral, segui a pé, com a bolsa da maquina ao ombro e o guarda-chuva na mão, pois sempre me protegia a mim e à maquina das gotas de água quem caiam do céu. Quando cheguei junto do ribeiro pela margem direita, já os pés estavam completamente encharcados, pois a vegetação estava toda molhada, como era de esperar. 
Desci junto ao ribeiro, para fazer os primeiros registos das quedas de água, depois voltei a subir seguindo pela mesma margem até aos Moinhos de Água, pois ali junto ao ribeiro ainda existem as ruínas dos antigos moinhos. 
Depois de algumas fotografias, voltei para traz até à ponte na EN 102, para poder passar para a outra margem, permitindo-me assim, chegar mais próximo das quedas de água com maior elevação. Descendo ribeiro abaixo, quando dei por mim, já estava junto às hortas, onde o ribeiro corre suavemente.
Ali os terrenos encontram-se cultivados, havendo mesmo pequenas estufas. A seguir voltei a subir pela margem direita em direcção aos moinhos, donde se tem uma vista geral dos terrenos de horta até à Ribeira da Vilariça.
Entrei dentro de um dos moinhos em ruínas, algumas paredes ainda se encontram em pé, mas outras estão completamente destruídas. No interior encostadas às paredes ainda se encontram duas mós (pedras graníticas redondas muito pesadas). Ainda se conservam e são bem visiveis os diques/levadas por onde seguia a água até  ao cubo, que por sua vez ia para os rodizios de madeira,  que estavam ligados a (pedra granítica redonda muito pesada), esta móia o cereal (trigo, milho, cevada, aveia, etc.) transformando-o em farinha, que depois era levada para casa. 
Com o surgir das moagens industriais, os moinhos começaram a deixar de ser utilizados, até que acabaram por ficar abandonados sem a sua principal utilidade, que era moer o grão, transformando-o em farinha.
Os moinhos no "felgar", em tempos foram o sustento de muita gente, quer dos seus proprietários, quer de muitas pessoas do Vale da Vilariça, que ali levavam o grão para ser moído e depois transformado em farinha. 
É pena que este património, não seja recuperado, valorizando assim a história e património da aldeia.
Pois já aqui falei noutros Moinhos de Água, que foram recuperados  e o espaço envolvente transformado em local de lazer, isto no Vilarinho da Castanheira no concelho de Carrazeda de Ansiães (Moinhos de Água no Vilarinho da Castanheira). Sampaio, bem que podia seguir o exemplo, o que atrairia turismo para a aldeia.

Poderá ver esta postagem, também no blogue "O Cantinho do Jorge - À Procura do Nordeste Transmontano", em: http://cantinhodojorge.blogspot.com/